
Caso você possua esse disco em CD, mp3 ou seja lá qual mídia for, ponha-o para tocar agora. Caso não tenha, compre, baixe, copie... DÊ UM JEITO!!
Feito?
Então observe a bela introdução instrumental The Ides of March, que causa um suspense logo de cara, anunciando o que está por vir. Prepare-se. O que vem a seguir é uma saraivada de riffs nervosos e canções de tirar o fôlego. A sequência Wratchild, Murders In The Rue Morgue e Another Life não dá descanso aos seus ouvidos. Pancadaria total: os vocais raivosos e rasgados de Paul Di'anno, os riffs e licks da dobradinha de guitarristas Dave Murray e Adrian Smith, o baixo pulsante de Steve Harris e a bateria veloz de Clive Burr mostram-se irrepreensíveis no quesito criatividade.
Quando você pensa que o gás acabou, que o disco termina ali e as demais músicas seriam meros preenchimentos de álbum, a instrumental Genghis Khan puxa sua atenção de volta para o disco e logo em seguida emenda Innocent Exile e Killers. Prodigal Son acalmanima os ânimos por seis minutos e lá vem porrada de novo: Purgatory, a minha preferida! A seguir Drifter encerra o disco com honras.
Killers é o segundo álbum de estúdio do Iron Maiden. Disparado o meu preferido. Daqueles capazes de fazer o ouvinte pirar a cada audição. Não sou um fã de carteirinha do Iron, mas sobre Killers, o que tenho a dizer é:
SIMPLESMENTE OBRIGATÓRIO!
Faixas do disco:



